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Família, Inventários
e Partilhas

Em momentos de mudança familiar, o trabalho jurídico deve reduzir ruído, proteger o patrimônio e transformar decisões sensíveis em acordos ou pedidos claros.

Isso se parece com a sua situação?

  • A família precisa iniciar inventário e não sabe se o caso pode seguir em cartório
  • Os herdeiros concordam com a divisão, mas há imóveis ou documentos irregulares
  • Um divórcio envolve imóvel financiado, empresa, dívidas ou patrimônio difícil de avaliar
  • Há divergência sobre venda, uso, aluguel ou administração de bem compartilhado
  • Um bem ou direito foi descoberto depois da partilha e precisa de sobrepartilha
  • A conversa familiar parou e é necessário construir uma proposta ou proteger uma posição em juízo

A questão jurídica de fundo

Família e patrimônio se encontram em divórcios, dissoluções de união estável, inventários e partilhas. A lei define regimes e quotas, mas não decide sozinha como vender um imóvel indivisível, avaliar uma empresa, assumir um financiamento ou encerrar anos de administração informal.

A via consensual costuma preservar tempo, custo e relações, mas acordo útil exige informação. Antes de negociar, é preciso conhecer os bens, as dívidas, a situação registral, o regime aplicável e os efeitos tributários e financeiros das alternativas.

Quando o consenso não é possível ou há risco de dissipação patrimonial, a atuação judicial organiza a prova e busca medidas compatíveis com a urgência. Mesmo durante o processo, soluções parciais podem reduzir o conflito e liberar o que não está em disputa.

Atuação do escritório

  • Inventário judicial e extrajudicial — definição da via, levantamento de bens, dívidas, herdeiros e documentos
  • Divórcio e dissolução de união estável — consensual ou litigioso, com análise do regime de bens
  • Partilha e sobrepartilha — imóveis, ativos financeiros, participações, créditos e bens descobertos posteriormente
  • Bens indivisíveis e condomínio — venda, compensação, uso, aluguel, despesas e extinção do condomínio
  • Imóveis financiados ou irregulares — coordenação entre partilha, banco, inventário e regularização registral
  • Cessão de direitos hereditários e alvarás — estruturação e análise dos efeitos do negócio
  • Negociação e formalização de acordos — propostas patrimoniais, cronogramas e garantias de cumprimento
  • Medidas judiciais de proteção patrimonial — quando houver urgência, ocultação, administração indevida ou impasse relevante

Como o caso é conduzido

O trabalho começa pela fotografia jurídica e financeira: documentos pessoais, regime de bens, árvore familiar, matrículas, contratos, extratos, dívidas e histórico de aquisição. O que não é conhecido não pode ser partilhado com segurança.

Depois, separamos três questões: o que integra o patrimônio, qual é a quota de cada pessoa e como os bens serão efetivamente distribuídos. Essa divisão torna a negociação mais objetiva e revela onde está o verdadeiro impasse.

A estratégia pode combinar cartório, negociação, regularização e processo judicial. O objetivo é evitar atos contraditórios e manter o cliente informado sobre alternativas, consequências e próximos passos.

Perguntas frequentes

Inventário com menor de idade pode ser feito em cartório?

A regulamentação nacional admite a via extrajudicial em situações específicas, com atribuição de parte ideal em cada bem e manifestação favorável do Ministério Público. A viabilidade depende da documentação e das normas aplicáveis ao caso.

A existência de testamento sempre impede o inventário extrajudicial?

Não necessariamente. A regulamentação admite hipóteses com autorização judicial prévia e requisitos próprios. É preciso examinar o testamento, seu cumprimento e as condições do caso antes de escolher a via.

Como dividir um único imóvel entre vários interessados?

As alternativas usuais são venda e divisão do valor, atribuição a uma pessoa com compensação às demais ou manutenção temporária em condomínio. Financiamento, uso e capacidade de pagamento influenciam a escolha.

É possível partilhar um imóvel irregular?

A irregularidade pode impedir ou dificultar o registro do formal ou da escritura. Em muitos casos, inventário e regularização precisam ser planejados em conjunto para evitar que o procedimento termine sem produzir a atualização esperada.

Quanto tempo há para abrir o inventário?

O Código de Processo Civil prevê prazo para instauração, e a legislação estadual pode impor multa tributária pelo atraso. Como documentos, avaliações e consenso também levam tempo, a orientação deve começar cedo.

Questões relacionadas

Para preparar a transmissão em vida, veja Planejamento Sucessório e Patrimonial. Se há imóvel informal no acervo, conheça Regularização Imobiliária. Acordos e negócios patrimoniais também podem exigir Direito Contratual.

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Próximo passo

Sua situação envolve família e sucessões?

A reunião inicial serve para entender o cenário e indicar qual levantamento documental é necessário. Retorno em até um dia útil.